terça-feira, 7 de dezembro de 2010

O Caso do Vôo 169 da Vasp.




















Um das experiências mais extraordinárias da história da ufologia sem dúvida alguma é o caso do chamado vôo 169 da Vasp, que aconteceu em meio a uma grande onda ufológica, na madrugada do dia 8 de fevereiro de 1982. Além dos contatos que tive com o comandante do vôo, Gerson Maciel de Britto, acabei conhecendo  vários dos passageiros, que ao serem alertados pêlo próprio, observaram as evoluções do OVNI.  A repercussão do caso chegou ao exterior, levando vários jornais e revistas em diversos países a relatarem o fato, que passou a ser também um clássico da literatura ufológica de nosso país. 

Gerson Maciel de Britto acabou sendo conferencista de vários eventos que promovi na cidade do Rio de Janeiro, e mais tarde, já vários anos depois do episódio, prestou um depoimento detalhado também em vídeo para este autor, sem dúvida um dos mais importantes de meu envolvimento com a ufologia, no qual o piloto revelou  além  de todos os detalhes do caso,   e seus desdobramentos, outras três experiências mantidas anteriormente durante outros vôos, respectivamente nos anos de  1963, 1975 e 1978.

Segundo Britto, o vôo teve início com a decolagem pôr volta das 2 horas da madrugada da cidade de Fortaleza.  O céu estava limpo apresentando visibilidade total, condições que seriam mantidas durante toda a rota.  Cerca de uma hora depois da decolagem, quando sobrevoavam a cidade de Petrolina, já no Estado de Pernambuco,  o comandante percebe então pela primeira vez a presença de um objeto luminoso à esquerda do avião semelhante inicialmente aos faróis de um avião.  A partir daquele momento, Britto passa a monitorar com atenção o OVNI,  para verificar a trajetória que o objeto seguiria em relação a rota de seu avião, pensando na segurança do vôo que comandava.    Neste momento o avião estava justamente sobre a região onde temos um entroncamento de aerovias,  relacionado ao tráfego aéreo proveniente da Europa.  Naquele momento o comandante do vôo ainda pensava na possibilidade do envolvimento de um outro avião comercial.

Com o passar dos minutos, Britto percebeu que aquela fonte luminosa mantinha a mesma distância de seu Boeing, com uma trajetória paralela, sem fator de aproximação.  Não vinha em confluência à seu avião.  Em seguida percebe então já uma mutação de cor no objeto, como se ele estivesse girando em torno de si, ionizando gases de nossa atmosfera, apresentando uma coloração alternadamente  avermelhada, cor de abóbora e azulada. Em seguida o comandante do vôo  entra em contato com a jurisdição de tráfego aéreo de Recife, para saber se existia algum tráfego especial  da Força Aérea Brasileira na região, já que não havia sido informado previamente, como é normal quando do início do vôo de qualquer vôo comercial, que pudesse explicar o que ele e os demais tripulantes estavam observando.   Em resposta "Recife" comunica através do rádio que desconhecia qualquer vôo militar na área, e que não tinham também informações sobre qualquer outro tráfego comercial naquele momento na região.  

A partir da confirmação que não se tratava de um tráfego aéreo convencional, o comandante Britto passa a observar ainda com mais atenção o objeto, já definido de maneira definitiva com um OVNI, mantendo seu avião na rota normal, já que o objeto não identificado não apresentava qualquer risco para o vôo, mantendo-se à uma distância segura, apresentando uma velocidade próxima a mantida pelo próprio Boeing, que voava a um pouco mais de 900 quilômetros pôr hora. Depois de vários minutos acompanhando o avião, o OVNI começou a apresentar deslocamentos surpreendentes.   Segundo Britto, em frações de segundo, o aparelho se deslocava dezenas de milhas, se posicionando bem mais à frente do avião, para depois retroceder a posição anterior, demonstrando um potencial tecnológico muito além da nossa compreensão.  Estas variações de velocidade e posição ocorreram várias vezes, e foram observadas tanto visualmente, como através do radar de bordo. 

Quando o vôo chegou a jurisdição do CINDACTA Brasília (Centro Integrado de Defesa Aeroespacial e Controle de Tráfego Aéreo), Britto entrou em contato com o mesmo, reportando todos os detalhes sobre o que estava acontecendo. Para sua surpresa,  o centro de controle informou, que não estava detectando nenhum  eco radar na região.  O comandante do vôo solicitou então a seguir, sabendo que podiam existir outros aviões no mesmo setor, que os controladores do órgão indagassem se outras tripulações estavam observando o mesmo fenômeno.  O CINDACTA entrou então em contato com um jumbo da Aerolíneas Argentinas, e o comandante do avião confirmou que estava também observando o fenômeno.  Em seguida a tripulação de um vôo da Transbrasil, de Brasília para o Rio de Janeiro confirmou que estava já observando as evoluções do objeto durante muito tempo, descrevendo os deslocamentos impressionantes, que o OVNI realizava.  

O CINDACTA continuava sem dar nenhuma instrução de alteração de rota para o vôo 169.  Diante desta situação o comandante  Britto continuava a manter a mesma proa, nível e velocidade, mantendo a observação constante do aparelho não identificado. Quando o vôo já estava nas proximidades da vertical da cidade de Belo Horizonte, aquele objeto, que mantinha desde o início uma distância razoável do Boieng, começou a se aproximar de maneira definitiva e o CINDACTA entrou em contato finalmente com a tripulação reportando que estavam detectando um eco radar na posição nove horas, ou seja, bem  a esquerda, a uma distância de 8 milhas náuticas. O comandante Britto estranhou o comportamento  do CINDACTA, pois só quando começou a se materializar uma situação de conflito de tráfego aéreo os operadores do órgão resolveram assumir,  que o OVNI estava realmente em suas telas. 

O foco luminoso cada vez ficava maior com sua aproximação do Boieng. Segundo Britto ele já conseguia observava uma estrutura discoidal em meio à aquela intensa luminosidade, com o tamanho equivalente a dois aviões jumbos juntos.  A partir deste momento, o comandante do vôo já entendendo que se tratava realmente de uma nave extraterrena, que de alguma forma estava tentando entrar em contato, deixou o seu lado mais humano surgir, mentalizando uma mensagem de boas vindas aos tripulantes do objeto, e em seguida teve a idéia de convocar o restante da tripulação, já que até aquele momento apenas a tripulação da cabine vinha acompanhando o fenômeno, e os próprios passageiros para partilharem aqueles momentos especiais. O avião foi inundado pôr uma luminosidade intensa de coloração azulada, e os passageiros de maneira tranquila e ordeira foram se revezando nas janelas do lado esquerdo para observarem o fenômeno.  Com exceção de Don Ivo Lonchaider e um outro religioso que o acompanhava, que não desejaram observar o OVNI, temendo provavelmente serem transformados em testemunhas, todos os outros passageiros tiveram a oportunidade de observar o fenômeno, que continuou a manter aquela distância de 16 milhas até o início do procedimento de descida quando o avião já estava próximo da cidade de Barra do Piraí, no interior do estado do Rio de Janeiro.  Britto pôde observar ainda, quando já sobrevoada as serras nas proximidades do Aeroporto Internacional do Rio de Janeiro, o OVNI pôr trás de uma formação nevoenta que existia sobre a região.

Com a chegada do avião ao Aeroporto Internacional do Rio de Janeiro, os passageiros que desceram começaram a divulgar o ocorrido, e a mesma coisa aconteceu pouco tempo depois já em São Paulo, chamando a atenção do plantão de imprensa no local.  Ao terminar o histórico vôo, Britto  recolheu-se às dependências da Vasp ainda no Aeroporto, com a finalidade de elaborar o relatório sobre o vôo para o departamento de operações da empresa, como é de praxe.  Em seguida foi informado pôr um dos diretores do departamento, que havia já uma multidão de repórteres de jornais, revistas, rádios e televisões, tentando via o serviço de imprensa da companhia, entrevistas com o comandante do vôo, que desejavam saber todos os detalhes do encontro com o OVNI.  O comandante Gerson Maciel de Britto, depois de ser liberado pela própria empresa para falar abertamente sobre o incidente, levou sete hora e meia atendendo os jornalistas.    Em poucas horas a história era apresentada para o Brasil de norte ao sul.  

Como costuma acontecer em casos ufológicos de repercussão, surgiram com o passar dos dias as mais absurdas explicações visando desqualificar a realidade da presença de uma nave extraterrestre.  Nos envolvemos diretamente com a polêmica participando de debates sobre o caso, em que tomaram parte inclusive alguns astrônomos.  Um destes de início defendeu a idéia que se tratava de Vênus, mas depois de fazer o mesmo vôo, no mesmo horário, descobriu que Vênus estava abaixo do horizonte no momento em que teve início a observação do fenômeno, passando a defender a idéia em seguida, que se tratava de um prolongamento da aurora boreal.  Isto não impediu que um professor de navegação astronômica surgisse dias depois defendendo novamente  a idéia absurda,  que um piloto com mais de 20 mil horas de vôo havia sido capaz  de confundir o planeta Vênus com uma nave extraterrestre, que tinha duas vezes o tamanho de um avião jumbo.

O próprio CINDACTA teve também uma atitude bem dúbia frente ao caso.  De início ao ser interpelado pelo comandante do vôo 169, negou estar detectando qualquer alvo, que pudesse ser relacionado ao fenômeno que estava sendo observado.    Quando o OVNI começou a se aproximar de maneira definitiva do Boeing, Britto foi alertado finalmente  pelo próprio órgão de controle de tráfego aéreo, que estavam detectando além do avião,  um eco radar nas suas proximidades. Mas com o passar dos dias, já em meio à repercussão violenta do caso, o CINDACTA voltou atrás, não admitindo oficialmente que estavam realmente monitorando em suas telas as evoluções do OVNI. O caso do vôo 169, como passou a ser conhecido,  levou muitas pessoas ainda céticas em relação à presença extraterrena à desenvolverem uma nova visão em relação ao assunto, devido a qualidade e número de testemunhas de credibilidade envolvidas.   Como o próprio comandante Britto declarou em meio a polêmica, desmentir uma ou duas pessoas é fácil, mais 150 testemunhas...

Com o passar dos anos, quando o fenômeno ufológico for definitivamente reconhecido em termos mundiais, este caso será com certeza lembrado, como um dos mais importantes episódios da história da ufologia brasileira e mundial. A coragem de Britto, ao revelar todos os detalhes da experiência, sem se preocupar com as possíveis repercussões, fossem elas ligadas à sua vida particular ou mesmo profissional, deveria servir de exemplo para aqueles, que mesmo tendo vivenciado experiências semelhantes, continuam a se manter em silêncio. Ao contrario que alguns de maneira irresponsável divulgaram, ele não foi demitido, nem sofreu qualquer tipo de sanção por parte da empresa que trabalhava, ou qualquer outro órgão,  por ter divulgado os fatos.  Pelo contrário, chegou mesmo a receber um carta da Vasp,  com elogios à sua conduta durante o vôo. Quando tomamos atitudes firmes e embasadas na verdade, deixamos certamente pouco espaço para aqueles que desejam manter a ignorância, para melhor continuarem manipulando a humanidade, a partir de interesses geralmente inconfessáveis.  O caso Vasp, sem dúvida,  é um bom exemplo desta realidade.

sábado, 4 de dezembro de 2010

Os Grays e o Despertar da Espiritualidade.






















Depois de mais de cinco décadas de estudos ufológicos, além da realidade da presença extraterrena, podemos hoje já afirmar que    estamos sendo visitados por representantes de várias civilizações distintas, que chegam ao nosso planeta com objetivos diferenciados.  Podemos estar observando e contatando naves e tripulações provenientes de mundos que estariam mantendo seus primeiros contatos com o planeta apenas agora, dentro de uma pesquisa ou processo de sondagem inicial. Outras parecem estar aqui já a algum tempo para retirar elementos necessários às suas próprias civilizações,  ligados a geologia e a própria vida presente no planeta. Estes contatos podem ser tanto "positivos", quanto "negativos" para as pessoas que os vivenciam, dependendo do nível  de evolução espiritual atingido por tais civilizações.


Parece existir,  entretanto, um grupo formado por várias civilizações, que seriam relacionadas à própria origem de nossa humanidade, que acompanham nossa humanidade desde às mais remotas eras, cujos seres, quando não são exatamente iguais ao Homem, guardam muito semelhança com este.  Alguns dos representantes deste grupo, possuem, inclusive, características raciais semelhantes às raças humanas tidas por nós como terrestres. Nas últimas décadas do século passado começou a surgir nos EUA, e depois no resto do planeta, um outro tipo de experiência ufológica, dentro da qual os seres bloqueavam totalmente, ou em grande parte as memórias dos abduzidos e contatados. 


Os seres responsáveis por tais experiências de contato, os chamados grays, devido a invulgar cor cinza da pele, apresentam ainda como detalhes grandes olhos negros, e membros de aparência frágil. Tais contatos começaram a "surgir" na verdade a partir da utilização da hipnose regressiva.  Estas hipnoses eram realizadas com outros objetivos, alheios aos interesses ufológicos, geralmente associados à busca de memórias perdidas, que podiam estar na maioria das vezes, para os psiquiatras e psicólogos, relacionados a traumas, ligados a abusos sexuais na infância e outros problemas psicológicos.


Se de início houve uma certa incredulidade por parte dos  psiquiatras e psicólogos com o que vinham trazendo à tona, a partir do próprio trabalho que desenvolviam, com o passar dos anos, foram surgindo profissionais, que foram "vencidos" pela própria evidência, como John E. Mack,  professor de Psiquiatria da Universidade de Harvard, e médico de Cambridge Hospital Estavam realmente diante de algo difícil de explicar dentro dos padrões estabelecidos pela psiquiatria e nossa psicologia.  Mack acabou por escrever o livro Abduções, hoje um clássico de literatura mundial, onde relata uma série de casos deste tipo, pesquisados diretamente por ele durante anos de estudos. Pessoas que evidentemente não se conheciam, as vezes de continentes diferentes, apesar de não se recordarem de nada sem as regressões, ao serem submetidas às mesmas, descreviam exatamente os mesmos seres, e seus procedimentos, relacionados a aspectos extremamente traumáticos.  Estas criaturas pareciam estar profundamente interessadas em trabalhar com a genética humana.


Quando o objeto das abduções são as mulheres, havia a retirada de óvulos, que aparentemente são fecundados artificialmente e passam a ser desenvolvidos em incubadoras artificiais , em naves ou bases que estes serem parecem manter em nosso mundo.  Em outros casos as mulheres abduzidas são fecundadas artificialmente e devolvidas a seus lares.  No início do processo as protagonistas destas experiências também não se recordam de nada (a maioria).  Passadas algumas semanas, descobrem que estão grávidas, mas dois ou três meses depois são levadas novamente para o interior das naves ou bases, onde uma intervenção cirúrgica retira os fetos. Estas mulheres retornam destes contatos geralmente sem se recordarem, como já falamos, dos fatos - situação que muitas vezes gera um estado de desequilíbrio pela falta de uma explicação para a perda do feto.  Existem abduzidas que passaram por ambos os processos, ou seja, retirada de óvulos, e fecundação artificial de um outro, que permanece em seu corpo, que passa a se desenvolver naturalmente, até a posterior retirada do resultado do experimento.


Centenas de casos deste tipo foram estudados nas últimas décadas.  Algumas das abduzidas por estes seres são depois levadas a conhecer o resultado destas experiências, e acabam conhecendo seus filhos e filhas.  Algumas vezes os seres gerados por tais processos são cópias dos próprios grays, que aparentemente não conseguem se reproduzir em termos naturais.  Já em outros casos fica evidente a geração de criaturas híbridas, que parecem apresentar uma mistura das nossas características e dos próprios grays. Quando os homens são os abduzidos, existe a retirada de sêmen.


Uma outra importante descoberta relativa a estes casos é a confirmação da existência de contatos recorrentes.  Geralmente tanto as mulheres como os homens alvos do interesse destes seres já vinham sendo contatados desde à infância.  O primeiro contato ocorre aparentemente entre os cinco e sete anos na maioria das vezes. Conheço pessoalmente vários casos onde este tipo de realidade foi revelada pelas hipnoses. Um bom exemplo são as experiências de contato da Sra. Ogliméia Mozart. Anos atrás, quando levamos a abduzida, juntamente com o ufólogo Arthur Sérgio,  para fazer uma hipnose com a psicóloga Gilda Moura, na busca de mais informações sobre seu caso de contato mantido na cidade de Araruama, ocorrido no ano de 1990 (o único que a abduzida tinha parcialmente em sua memória consciente),  tivemos a oportunidade de registrar esta realidade. Ao ser levada a um estágio profundo de relaxamento por Gilda, Ogliméia passou a reviver de maneira seqüencial suas experiências, e isto desde seu primeiro encontro com uma nave ocorrido quando tinha apenas 5 anos de idade. A contatada reviveu tão intensamente estas suas experiências, que ao reviver um dos momentos de seu contato de 1990, quando o seu quarto foi invadido pela luz de uma nave, ela passou a manifestar em seu corpo todos os efeitos do calor sentido em 1990.  Sua pele voltou a ficar avermelhada e chegou mesmo a suar, apesar de estarmos num ambiente refrigerado.


Estes mesmos seres costumam ainda introduzir nos abduzidos (as) dispositivos, conhecidos em nossa área como "implantes".  Alguns pesquisadores acreditam que tais objetos poderiam estar associados a um processo de intervenção em nosso DNA, enquanto outros preferem pensar que tais dispositivos seriam implantados com o objetivo de monitorarem o posicionamento daqueles que são alvo de suas experiências.  Pessoalmente acredito que ambas as correntes possam estar com a razão, ou seja, existiriam implantes para as duas finalidades. Mais os estudos revelaram ainda algo mais surpreendente: o contato parece passar com o próprio material genético para  a descendência dos abduzidos (as). Pelo menos um dos descendentes dos contatados passam a sofrer o mesmo tipo de acompanhamento e intervenção, da mesma maneira, que a mãe, ou o pai do "sequestrado", ou "sequestrada" por estes seres já vinha sendo objeto da atenção deste processo de intervenção.


Mas o que existiria por trás da conduta desses alienígenas?  Devemos logo destacar antes de tentar responder esta questão, que a presença destes seres, apesar de terem basicamente começado a surgir através das hipnoses apenas nas últimas décadas, acompanham nossa humanidade no mínimo já a milhares de anos.  Chegou-se mesmo a descobrir a imagem de um gray em uma representação da arte dos antigos egípcios, e existem outras representações em pinturas rupestres mais antigas, que parecem também estarem associadas a estes seres. O norte-americano Budd Hopkins, autor de vários livros que tratam basicamente deste tipo de fenomenologia, e um dos maiores especialistas nestas experiências, responsável pela realização de inúmeras hipnoses em abduzidos e abduzidas, acredita que estes seres não seriam nem positivos, nem negativos para nossa Humanidade.  Estariam aqui com o objetivo apenas de misturarem o seu DNA com o nosso, numa tentativa de resolverem um problema genético ligado à reprodução de sua própria espécie.  Outros, como  o também norte-americano David Jacobs, autor do livro Vida Secreta, defendem  uma visão mais pessimista, dentro da qual estaríamos diante de seres extremamente perigosos para os destinos de nossa Humanidade. Existe, como também seria de se esperar, uma terceira visão sobre estes seres, e sou um dos defensores desta proposta alternativa, talvez um dos mais "radicais", como Raymond Fowler, o principal investigador do caso da norte-americana Betty Andreasson, em minha opinião,  um "divisor de águas" nas pesquisas relativas aos sentidos maiores da atuação destes seres, que apresentamos em detalhes em nosso livro UFOs - Espiritualidade e Reencarnação.


Com o passar dos anos, e a evolução das pesquisas relativas à vários casos de contatos com estas criaturas, quanto mais hipnoses eram realizadas, começaram a surgir memórias, que revelavam que os chamados grays conviviam dentro de suas naves, e mesmo bases mantidas em nosso planeta, com àquelas criaturas extremamente semelhantes ao homem..  Estas criaturas, na verdade, quando eram vistas pelos abduzidos (as) dividindo os mesmos ambientes com aqueles semelhantes à nossa espécie, sempre se apresentavam como ocupando uma posição hierárquica inferior. De maneira definitiva, os grays parecem desempenhar um papel na verdade de agentes de um processo de intervenção em larga escala sobre os destinos de nossa humanidade, mas sob o comando justamente daquelas criaturas, que nos contatos afirmam, que somos seus descendentes biológicos.  Falando claramente, se os grays fossem a representação do aspecto "maligno" do fenômeno ufológico, como muitos ainda sugerem, nossa humanidade estaria perdida de maneira definitiva, pois são comandados por aqueles seres, que parecem ser os positivos, e responsáveis até por casos de curas.


Os mesmos, inclusive, que parecem estar intimamente relacionados ao avanço e evolução espiritual de nossa humanidade.  A própria atuação destes seres parece hoje intimamente relacionada também a este aspecto, ou seja, querem nos mostrar algo muito especial: a nossa realidade espiritual. Através dos contatos mantidos, os cinzas tem revelado a natureza espiritual não só do Homem, como do próprio Universo.  Segundo estes seres "não somos feitos apenas de carne e sangue" , como foi revelado para a contatada norte-americana Betty Andreasson.  Muitos abduzidos pelos chamados grays, tiveram de maneira surpreendente a oportunidade de observar no interior das naves através de uma espécie de tela, cenas de suas vidas pregressas, imagens de outras encarnações.  Que tipo de tecnologia seria capaz de tornar isto possível?


Outra detalhe não menos surpreendente revelado pelas hipnoses, foi a descoberta que os abduzidos do presente já vinham sendo abduzidos em outras encarnações anteriores. Estes seres parecem estar na verdade interferindo em nossa evolução, através da genética, para que possamos dentro de pouco tempo gerar corpos físicos mais adequados a nossa evolução espiritual, que não mais bloquearão  nossas memórias ligadas às nossas outras encarnações, quando nossos espíritos mergulhares no nível mais denso deste Universo. 


Estamos caminhando para dar um salto em nossas percepções da realidade. Na verdade, segundo as informações recebidas mediante os contatos, este bloqueio que ainda hoje esperimentamos, é decorrente de coisas que vivenciamos no passado remoto, após nossa implantação neste planeta.  Uma espécie de acidente, relacionado ao aumento da atividade de nosso Sol, que destruiu não só a civilização que havia sido implantada na Terra há milhões de anos, mas gerou a partir dos poucos sobreviventes uma descendência degenerada em termos biológicos, que passou a apresentar esta "anomalia". Desde então estamos sendo "tratados" para a eliminação desta nossa limitação, que nos impede de termos de maneira definitiva uma visão de nossa realidade espiritual.